E quando vira a poesia?
...
Morte.
Ah, pensamento de sorte!
E o desvairo em culpa quanto ao transporte da caneta perdida no momento desenfreado locomotivo na inspiração nessas linhas.
- Morte! -
Plano oculto da abstração
sem desespero espero
Corpo querubim
Olhos inferno
por minha conta que cerro
à melancolia dos berros
em planos da abstração...
Chutarei alto o tostão!
Se que do homem fica a fama!?
Que não mantenham-se obscuras
a soma das dívidas de meus cavalheiros
Maquiados criados enfermos: Nenhum!
Nunca.
Não!
Que a mesma lhes lance mão e jargão
enquanto súplicas que a ela imperam
na mão cheia do vendilhão.
Satírica reverencio quem me chama
[pro rolê do tiro ao alvo]
no papel do papelão
Tendel de circo
Yes diversión!
Sintetizam manipulação
Pois ainda resta a pensão
Prestação
Obrigação
E mais um nome que vai pra lama.
A ilusão da fixação, alteração pra fuga e ilusão
Subterfúgios quais nunca trar-me-ão real satisfação
A verdadeira Morte é transformação
do nada pro nada
Onde esses "amigos" e "camaradas;"
revelam-se meros joguetes
aos estilos da distração mascarada.
Morte é renovação.
Praquele que de vaga mente mata a viagem
mesmo que a entenda apenas: Passagem
os cálidos instantes dendesi;
Despreocupem-se como brisa que vem e volta
Tipo quem dança sem revolta
Em praças de labirintos
(R)Existir.
Te despi!
Boa sorte, morte!
Boa sorte.
Ode aos Dias
Oi moça, tudo bem?
Cê tá bem?
Quer um cigarro,
Uma bala?
- BALA!?
Bala Halls
...???...
- Ah, sim.
Bauhaus...
"Adoça-me o percurso
Sou designer ;
Ainda que nem lembre"
Do instinto; RNA
de um alcoólatra genitor
abre-me em "sesámo"
qual condutor
à chegada do final desse caminho
Oi moça, tudo bem?
Cê tá bem?
Quer um cigarro,
Uma bala?
- BALA!?
Bala Halls
...???...
- Ah, sim.
Bauhaus...
"Adoça-me o percurso
Sou designer ;
Ainda que nem lembre"
Do instinto; RNA
de um alcoólatra genitor
abre-me em "sesámo"
qual condutor
à chegada do final desse caminho
Pois; Sempre haverá aquele
Que adoça o percurso.
Imolado ajudado andarilho
Eu, hoje um bêbado solitário
finalmente embarco em casa no ninho.
Ao berço no embalo
depois das pernas pintar
Que adoça o percurso.
Desconhecida boa alma
Compadecida com o todo
Seja bêbado, depressivo, louco.
Compadecida com o todo
Seja bêbado, depressivo, louco.
Vivido morrer nos momentos dos meios fios
delimitantes nos espaços dessas igrejas...
Igrejas em Paraty... Nem sei o nome dessa aqui.
São tantas
Que esse Agora,
Não será um foco convir.
Solidão a pau
Na pedra
Até o fim do caminho
Glicêmica Halls,
Traz-me ao corpo o alinho
No extravio pro trilho,
de trilho me extravio
Segundo a valsa sem brio
Seguindo em labirintos vadios.
Eu, hoje um bêbado solitáriodelimitantes nos espaços dessas igrejas...
Igrejas em Paraty... Nem sei o nome dessa aqui.
São tantas
Que esse Agora,
Não será um foco convir.
Solidão a pau
Na pedra
Até o fim do caminho
Glicêmica Halls,
Traz-me ao corpo o alinho
No extravio pro trilho,
de trilho me extravio
Segundo a valsa sem brio
Seguindo em labirintos vadios.
Imolado ajudado andarilho
Eu, hoje um bêbado solitário
finalmente embarco em casa no ninho.
Ao berço no embalo
depois das pernas pintar
à abstratos rastros
Vésperas dum derradeiro sono,
Reinvento do abandono
em tudo que percebe-se,
Soa ou
Cala.
Da realidade que me entorna
Me entala!
Em todas as manhãs resplandecentes
das alvoradas
Aos Nossos Novos Dias.
em tudo que percebe-se,
Soa ou
Cala.
Da realidade que me entorna
Me entala!
Em todas as manhãs resplandecentes
das alvoradas
Aos Nossos Novos Dias.
(Agosto)
Apostas
O relógio no pulso de um velho
E o tempo na fila para pagar as contas
Inexplicável non-fluência da dita constância
Tudo se demora
Se demora agora
O estrangeiro entender o valor do gesto que implica
Um cachorro pedindo água na porta da fila
Enquanto todos admiram sua beleza.
O relógio no pulso de um velho
E o tempo na fila para pagar as contas...
Sem demora agora!
Precisão de solicitação vulgar
gesto lascivo e instantâneo,
À caneta do jogo.
Pra que deste dia
Aproveite-se a hora
Da Aposta
É inexplicável a não fluência da dita constância
Tudo se demora
Apostas
Ínfimos projetos
Dessemelhantes ares
Números
Suposições
Chutam ao alto utopias.
Seus tostões.
Seus tostões.
Também entro nesse jogo
Aposto na conclusão deste interrompido poema
Aposto que nenhuma alma dará água ao cão
E que nenhum ali ganhará o prêmio do dia
Pra folia.
O relógio no pulso de um velho
E o tempo na fila para pagar as contas
Inexplicável non-fluência da dita constância
Tudo se demora
Aposto também na bendita cena
mãe reveladora da parelha
Qual sem o uso de magia
"Clariexemplifico" estios
Das turbas no submundo
lugares nada ocultos
Casas de jôgo!
Onde a felicidade não basta além
do ato vulgar
duma aleatória alegoria.
Aroma Sintético Idêntico ao Natural
Povo que é induzido a cada instante
Que não debate,
Pedante!
Perdendo o fio da meada
Sem prestar porte,
Propriedade!
Pedante!
Perdendo o fio da meada
Sem prestar porte,
Propriedade!
Quais se exigido o atento,
Voltam-se ao desalento
De idéias desordenadas
Podem mesmo e sem demora
Ter anseios de outrora
Quando nóis era tão bruto,
Que a terra,
Se o céu chorasse
E isso nos cativasse
Tal sentimento dagora:
E sim, dali reparasse
- que a Criação revigora -
O brio estrondo e o trovão
Do relâmpago na chuva?
Mas o azar dá-se na estrada
Mas o azar dá-se na estrada
Donde o novo em inverso e ardor
Desacatado ao dissabor
do gustar frutas quimicamente tratadas
Gestou vidas fitadas enquadradas
Em grande desgraçosa empreitada
Em grande desgraçosa empreitada
Que realmente deu certo.
Vejo hoje outros ais
Mesmos homens quem aqui jaz,
Atrás de rótulos de glamour dados
Dos biscoitos e recheados
Tropeçando nos seus metais
Isso eles chamam:
Riqueza.
Isso eles chamam:
Riqueza.
E regra mantém-se extrema
Negando a quem espelha,
trunca almas e centelhas
Na antiga matemática
Revelando o Quê demoníaco e infernal
Que são esses outros em questão.
Em densa floresta rubra
Açoitam-nos árvores em razão:
Inveja à troco de admiração.
E é só isso que nos difere após,
Dada em covardia atroz
Do natural perdido em nós.
Ser humano.
Ser humano.
E se reluz é só metal,
Cumbo, fogo
Crilhe em caos
Crilhe em caos
Mesmo que pareça irreal;
Vê? Não foi raio ou trovão,
Íris em audaz proteção
envolvimento autômato
o seu sangue à disposição
pros fundamentod desse quinhão.
Triste que nós não fotografou
Se não que com bruto amor
A imagem ao lançar luz
Do belo velho ancestral.
E que essa iluminação
Ecoasse em realização,
Ideais dos imortais.
Dado um cabo à Odisséia
Acalentando a peleia
Reflexo do anti-real
Tais consequências dos maiorais
Habituais e circunstanciais
Pesadelos dessa platéia.
(Junho)
Eterna Dualidade do
Ambíguo
Vendo que viestes em meu mundo trazer infelicidade.
Vivo.
Aceitei.
Vivo o triste.
Mas é uma tristeza digna.
Mais que fidedigna à infelicidade de um artista.
Agora, a Solidão, ou coisa assim?
É Ser ávido refletido.
Só basta realidade, meu caro.
essa é a iniquidade, em ser.
Estando.
Havendo...
Vida.
Afinal, eu nunca demasiado agradecido
Verbero ao público, O espetáculo,
Tinindo!
Tinindo!
Encenação eterna do escasso
Dessoante ou consoante,
às favas vão as bobagens
às favas vão as bobagens
pois etéreo em desejo é Ser;
Um índio, um cigano, Caetano
um morador da rua, e o plano
um morador da rua, e o plano
Do mundo dimensional daqui
Que converge ou diverge e abasta
em um acaso a esquecer-se
no limbo.
Quem hesitantes cretinos em espírito,
Se suas críticas elevam-se eternamente
Além de meus preceitos ou ideologias
(?)
Agradecer nunca é demais
Pois; Coitados
Pelo dom é que os amo
Afinal, equivoco-me também.
E às vezes alimento o dano.
E às vezes alimento o dano.
Eu Sei e nunca sei
E o que hei de saber mesmo?
E o que hei de saber mesmo?
Contrapontística vida.
Livro a mente da compreensão
à todo assunto que gira a roda do comum ponto
à todo assunto que gira a roda do comum ponto
Sem julgar, humildade infante
Reavivo a paz referida.
Em batalhas bem desferidas
E que o sol te acalante!
Em batalhas bem desferidas
E que o sol te acalante!
Para que siga a crença.
Siga a fé.
Na eterna condução ao imortal objeto.
Quiçá a sorte das maravilhas reluzirá.
Um Oxalá!
Ao meditar que Deus vai dar.
Paraty,
Agosto 2016
_______________________
Eu via no cartão postal,
_______________________
À Toa
Tem tanta gente andando por aí
à toa
que eu queria simplesmente
a sós;
à toa comigo.
---
Coração pulsando através dos olhos
A tristeza destoa qualquer possibilidade
Solidão
Uma fatalidade
num corpo de alma e vontade
sem ninguém pra apreciar ou acolher.
-------------
Talvez julgue-me a Vida
uma ingrata,
E num movimento quase por tino
desceu a lâmina:
Destino!
Interrompendo absolutamente aquilo
Que acreditaria conhecer;
Do que era a Felicidade Sagrada.
E não sei o que fiz,
ou que faço.
Sei que minha carne desgraço
em instantes de notório relato
Inundos por vasto valor
crias de sentimento em ardor
que minha memória consagra.
O andor...
----------------------
Tem tanta gente andando à toa
por aí...
E eu só queria alguém
pra ficar
à toa
a sós;
comigo.
Rio, Eis a questão.
Um Rio sem igual.
Natureza divina,
Sabedoria absurda nas esquinas
Meu desejo de menina,
Desde Campos dos Goytacazes,
Índios eficazes;
Os maiorais do Brasil.
Agora, eu ainda Rio,
Sem ao menos ter espiado
Como é meu desfeito berço.
II
Deparando com o desamparo global
Hierarquial, desaestrutural:
Um erro substancial
Tal marginal do torpor
E, Deus!
Um fedor!
Que absurdo,
Um horror.
No Rio que só está beleza,
Nas costas do Redentor.
Clamo
Ao Jesus em pavor!
III
E eu quem vinha estudar,
Achando,
Ah, uma bela menina...
Posso muito bem me achegar,
Aspirar e usurpar,
Como fazia c'os caipiras...Porém,
Modifica,
E sacrifica a história
Que o Rio onde fecharam as portas
Não existe mais A questão,
Gentileza, então;
Educação!?
Mérito das idolatrias de anfitrião
Que por outros torna-se-ão
Caricatura figura do otário,
Já não são mais Cariocas.
E sim,
Idiotas.
IV
Pois;
Valor, se há,
Valor, se há,
Esgota.
Num centro que não rirá,
E nem riria...
Mar onde o esgoto brota,
Deturpando hombridade
Ao tóxico
Lugar
Lapada das almas
Extirpadas e perdidas
Nos labirintos de conquistas
Severas derrotas,
Solidão,
Ah,
E depressão.
V
Rio,
Preciso conhecer-te então.
Nos vícios das minhas versões
Jargões;
Confusões
Pobre, ignorante em paixões
Vou ceder-te em razões
- Quero provar onde é que estão.
E quem sabe por alguns momentos
Observar com porcentagens de orgulho
Retidos, retidas,
Retinas,
Memorial primordial
Das memórias
Tonalidades dos maiorais,
Caetaneidades, ao que colora
Todo choro,
Seus carinhosos
Calo dos Chicos que vem de fora.
Vi
E, talvez,
Sem espelhos de outrora
Conquisto-lhe
Oh,
Espírito da glória
Da sua natureza bela
Em toda a sua vastidão.
Rio,
Farei a questão.
Encarar
Pejorativa do povão
Vulgar vulgo da história
A dita_d/tu(r)a
Babilônia.
-
26,dezembro 2016
Nada foi tão desinteressante
Que não estivesse ficado interessante agora.
E o que é isso?
Minha perspectiva de vida.
-----------------
Mesmo que nunca o alcancemos,
Oh Ideal,
Mesmo com todas as batalhas pro futuro,
Deus!
Ainda que precise vencer todos os infernos que me aguardam
Lugar do último encontro
De todos.
Depois deste plano inferior
Ser.
Simplesmente Ser,
Eis a questão.
11, agosto de 2016
PS: Srry a panca que eu tava galêre!
Isso já não é mais a realidade!

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