Estúpida Mente
Estupidamente presa dentro da solidão da consciência
Estupidamente presa na culpa da minha certeza
Poder ter algo na mesa
Clareza
Cáfilas rumam à deriva
aos dilúvios de Veneza
Avareza da inveja
O que é riqueza?
Não quero escrever poema
Não quero inventar tema
À vida!?
Por que dilema?
Quantos anos de teorema.
E o que vale realmente a pena?
Viver a pedir perdão...
Qual problema?
Se fosse este o fim da questão.
Valores
Da conversa entre o príncipe e a caveira
Que morte derradeira!
de um lar sem esteira,
Eira
Beira
Desta terra capoeira
zoeira nenhuma, ou besteira
Comparam-se à um escárnio dele.
Eu tenho tudo dentro dos seus olhos:
Deficiências químicas que as drogas não regeneram...
Substituem-se, intravenosamente..
A natureza
O alimento,
Meus critérios.
Proclamo minha saúde à
impérios.
Enquanto em meu alaúde
é mister compor o que quero.
Amantes de intempéries,
Assuntos de mistérios...
Tudo que quiseres, dize-me amor; Que preferes?
Joga-me fora e dentro do sério, por que impeles!
Remédio pro meu revertério
Seu posicionamento transforma-se védico.
Crédito pra que nos reveles...
Asceta à ti minha vida toda
sem nenhum inverso
Etéreo!
Meu tutor,
Meu senhor... Sem penhor.
Qual condores revoando campos em flores
Valores e calores de nossa pele
urgindo em gozos
Nos repelem desse mundo richoso;
E tu sem saberes quão bienvenido eres
às vezes me feres,
Porém andando com teus seres
Prazeres, carícias e hoteles
Não há castelo de Cáceres em Estremadura
que me obrigue qualquer ruptura do que seja isso tudo
Me condenes.
Da conversa entre o príncipe e a caveira
Que morte derradeira!
de um lar sem esteira,
Eira
Beira
Desta terra capoeira
zoeira nenhuma, ou besteira
Comparam-se à um escárnio dele.
Eu tenho tudo dentro dos seus olhos:
Deficiências químicas que as drogas não regeneram...
Substituem-se, intravenosamente..
A natureza
O alimento,
Meus critérios.
Proclamo minha saúde à
impérios.
Enquanto em meu alaúde
é mister compor o que quero.
Amantes de intempéries,
Assuntos de mistérios...
Tudo que quiseres, dize-me amor; Que preferes?
Joga-me fora e dentro do sério, por que impeles!
Remédio pro meu revertério
Seu posicionamento transforma-se védico.
Crédito pra que nos reveles...
Asceta à ti minha vida toda
sem nenhum inverso
Etéreo!
Meu tutor,
Meu senhor... Sem penhor.
Qual condores revoando campos em flores
Valores e calores de nossa pele
urgindo em gozos
Nos repelem desse mundo richoso;
E tu sem saberes quão bienvenido eres
às vezes me feres,
Porém andando com teus seres
Prazeres, carícias e hoteles
Não há castelo de Cáceres em Estremadura
que me obrigue qualquer ruptura do que seja isso tudo
Me condenes.


Nenhum comentário:
Postar um comentário