da técnica
Rítmica
O Sorriso
do teu
Beijo
28 de junho de 2018
Não há lentes que copiem o que vejo
Pesadelos ansejos
Todas desgraças
Desejos
Encanações se fraquejo
Meus desprezos e lampejos
Temeroso fico ao tê-los.
Tristeza refém do acaso
aparte à morte
quem vem de marte
Desanuviando a miséria
Eu hoje fraca bactéria
Procuro amar-te em arte.
Num raro dia de sorte.
JUDAS
Adoro maquiagem como os índios
A tempestade arrancando os carvalhos solitários,
Em gota, um só orvalho.
Bens beneméritos
Praqueles que não vestem máscaras
e nem se importam com relicários
Ao estrondar do
trovão
A dor das fendas elevam-me do chão
Nébula ficção
...Gládio alvor de dias sãos
Conquistas do coração...
Mal por que existes?
Se hoje só o céu é o limite
Na posição que conseguistes
Deus da misericordia
que indene resiste!
Ao Sol, Jóia cara.
Persistes!
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Da Esfinge
Sou
filho de pai displicente;
O
que não significa um carente quem não sabe o que quer da sorte.
Minha
vivacidade contida é o que geram especulações incontidas
Que
sentido dá meu norte?
Sei que reclamam da rima,
mas não será deste clima
Eu de alma tão à cima;
Estar à mercê de tal corte.
Quem pensa adivinhar o meu curso
Só guia gestos à soluços.
Falatório.
Opinião.
Destroçam sensos no chão
Especulação
Distração
Rechação
Contação
Furto ímpetos de curiosos
Pois não me servem pra alarde
Lúgubres inúteis pra consorte
agraciados pelo divino
Livrai-me dessa morte.
Jan/18
Cúmplice da corrupção
Em desejo deslindar meus bambúrrios
ou então; quando dará minha morte?
E o enigma de minha esfinge
Desculpo a irmandade
Ariana Prestes
Momentos,
Divino Instante
Pintando, replanejando
Num relance realçante
Desse instante o dejavi
Feminino é sublime o odor
Arrebatado longe daqui
De mãe é o perfume em si
Que caos, poluição depura
Aspirando tudo em teu campo
Rasgo da carne o instinto
Da instiga, o encanto.
A cura.
Num momento!
Divino flagrante,
Quem do Elísio desprovi
Justo agora envolvi
No bambo embalo do amor
Por sorte eu
Artista,
Poeta
Um mísero sonhador.
Ariana Prestes
Fev-18
MEUS POEMAS DE MERDA I
Chega de inocência
Chega de falsa consciência
Estar em permanente declínio
Te faz empenhar-se em trilho
Transviando meu caminho
E a escravidão é total
Que complexo o General
Lei: Insurgência! - Razão ao caos
Proclamando em verdade e reação
Distorcendo toda a ação
dos movimentos de paz
Fatídico é o transvio do caminho
E a escravidão é sagaz
Nossa terra ao braço fugaz
Há termos que não usam jamais
Corte o coco, banana a jaca
Até o sumo do ananás
Cansado arrebate do relho de um cruel capataz
Erguido ao sangue de intelectuaix
A gozando que foi rima demais:
Foice, machado, facão,
Nada veio de antemão
Nem paisagismo,
Pé de machismo
Fetichismo
Viadismo
Cabo ermão!
Manipulação
Anulação
Fatídico transvio do caminho
E o escravo é sempre mais
No destino da alienação
Fev / 18
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Não basta só bondade
Tem é que estar lúcido
No sonho que é a realidade
E não existe realidade
Onde há falsidade
Pois o verdadeiro é real e o real verdadeiro
Ariana
OBSSESSORES
Inalteráveis locais transformaram minha malícia
E a delícia da vida não se dá em qualquer lugar
A fase de ser
Estar
Passar
Viagens
a propagar
Transformam graça da vida
Às vezes a regaçar
Desgraçar de ímpetos
Espíritos
Sim, enfreitei-vos já!
Agora me resta em hora
Não tê-los em meu lugar.
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COMEDOR DE CABEÇAS
Virei ladrão qualificado
Só não bato tua carteira
Mas sua porta abro.

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